quinta-feira, 5 de março de 2015
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
FONG INFORMA: Mecanismos e Instâncias de Participação em reposição
Conheça Mecanismos e Instâncias de Participação político e social das organizações da sociedade civil e do cidadão. Neste debate entre Wilfred Moniz, advogado, e António Ramos, deputado, são espelhadas algumas formas de participação e como recorrer a ajuda de um advogado. Saiba também que mecanismos existem para auxiliar a sociedade civil no acompanhamento das acções dos governantes e como o direito à participação se concretiza.
Saiba mais sintonizando a Rádio Nacional de São Tomé e Príncipe pelas 18:00 desta quarta-feira, 18 de Fevereiro, ou ouça aqui.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Futuros radialistas formados em práticas de rádio comunitária
Os futuros colaboradores da Rádio
Comunitária de Porto Alegre participaram numa acção de formação sobre práticas de rádio comunitária, entre 10 e 14 de Fevereiro, nas Instalações da rádio em
Porto Alegre. Tratou-se de uma acção conjunta entre a FONG-STP e a ACEP que surge
no quadro do projecto Sociedade Civil pelo Desenvolvimento com o financiamento da
União Europeia e co-financiamento da Cooperação Portuguesa.
A formação que foi ministrada por um consultor internacional, Talata Baldé, com largos anos de experiência de rádio comunitária, tinha como objectivos principais fornecer conhecimentos técnicos sobre como elaborar uma grelha de programação para uma rádio comunitária e pistas para preparação dos primeiros programas para que a rádio entre em funcionamento. O jornalista guineense e Coordenador da Rede Nacional das Rádios Comunitárias de Guiné Bissau acredita que depois de cinco dias de formação, os futuros colaboradores da Rádio Comunitária de Porto Alegre estão prontos para começar a fazer a rádio funcionar.
Um dos pontos mais altos da
formação, segundo os formandos, foi a partilha de experiência do formador
enquanto voluntário de uma rádio comunitária no seu país. Para Carlota, uma das formandas, “o formador
trouxe experiência de rádios comunitárias bem-sucedidas na Guiné-Bissau e isso
é bom porque vamos tê-las como exemplos a seguir, porque sentimos que a rádio é
cada vez mais nossa”.
O eleito director da Rádio
Comunitária de Porto Alegre, Alexandre Santos, mostra-se extremamente
satisfeito e motivado garantindo que “o sonho está prestes a realizar-se. A experiência
que o formador nos trouxe é uma coisa animadora. Levantou-se a minha
auto-estima ao ouvir a trajectória que uma rádio comunitária fez na
Guiné-Bissau apenas com voluntários. Esperemos que os impactos que a rádio
comunitária teve na Guiné-Bissau aconteçam também aqui na nossa comunidade”.
A Rádio Comunitária de Porto
Alegre está em fase de testes, sendo que a inauguração acontecerá
brevemente.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Concluída a instalação da Rádio Comunitária de Porto Alegre
Terminaram os trabalhos relativos à instalação da Rádio Comunitária de Porto Alegre.
Ficou concluída, em finais de Janeiro, a instalação dos painéis solares que vão permitir a Rádio funcionar de forma autónoma em termos energéticos, a montagem da antena, do emissor e dos equipamentos do estúdio.
Brevemente a Rádio estará a emitir em FM 97.2 MHz num raio de cerca de 20 Km.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
FONG INFORMA: conheça os mecanismos de participação política e social
Conheça Mecanismos e Instâncias de Participação político e social das organizações da sociedade civil e do cidadão. Neste debate entre Wilfred Moniz, advogado, e António Ramos, deputado, são espelhadas algumas formas de participação e como recorrer a ajuda de um advogado. Saiba também que mecanismos existem para auxiliar a sociedade civil no acompanhamento das acções dos governantes e como o direito à participação se concretiza.
Saiba mais sintonizando a Rádio Nacional de São Tomé e Príncipe pelas 18:00 desta quarta-feira, 04 de Fevereiro, ou ouça aqui.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
São Tomé e Príncipe ocupa o 76º lugar no ranking do Índice da Percepção da Corrupção
A organização Transparência Internacional divulgou no início de Dezembro os resultados, relativos a 2014, do Índice de Percepção da Corrupção que abrangeu 174 países.
São Tomé e Príncipe perdeu 4 lugares no ranking, mas manteve a mesma pontuação que nos anos anteriores (42 pontos), descendo da 72.ª posição em 2013 para 76.ª posição este ano.
Publicado desde 1995, o Índice de Percepção de Corrupção, uma referência mundial, mede não apenas a corrupção nos partidos políticos, mas também na polícia, justiça e administrações públicas, em suma, no conjunto do sector público. A lista é elaborada com recurso a pesquisas de opinião com agentes económicos, que avaliam a percepção da corrupção nos seus países. O índice atribui uma nota de 0 a 100, na qual 0 significa um país com um sector público considerado muito corrupto e 100 a transparência total.
Quase 70% dos países da lista têm problemas, com funcionários dispostos a receber subornos. Nenhum Estado dos 174 citados recebeu pontuação máxima. Iraque, Sudão do Sul, Afeganistão, Sudão, Coreia do Norte e Somália estão entre os países com menor pontuação, isto é, são considerados os países menos transparentes do mundo. No topo da tabela aparecem Dinamarca e Nova Zelândia como os países mais transparentes, seguidos de perto por Finlândia, Suécia, Noruega e Suíça.
Ao nível dos PALOP, Cabo-Verde ocupa a 42ª posição seguido de São Tomé e Príncipe em 76ª. Moçambique aparece na 119ª posição, Angola e Guiné-Bissau, em 161ª e 163ª, respectivamente. De salientar que, dos PALOP, apenas a Guiné-Bissau somou pontos, subindo dois lugares no ranking.
Pode aceder aos resultados do Índice de Percepção de Corrupção para 2014 clicando aqui.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
FONG INFORMA
Saiba que diagnostico Alda Bandeira faz da sociedade civil santomense e formas de organização para facilitar a participação na governação local. A professora universitária deixa também algumas orientações para que a participação se faça.
Ruggero Tozzo, presidente da ONG Alisei, por sua vez, explica porque razão a sociedade civil organizada deve participar na governação local e como agir caso haja negação à existência da sociedade civil.
Saiba mais sintonizando a Rádio Nacional de São Tomé e Príncipe pelas 18:00 desta quarta-feira, 21 de Janeiro.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
“MUITAS VEZES, OS NOSSOS DIRIGENTES NÃO CONSEGUEM TRANSMITIR A SENSAÇÃO DE QUE ELES ESTÃO LÁ PARA NOS AJUDAR E NOS SERVIR”
O Presidente da Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, Liberato Moniz, explica como a sociedade civil se deve relacionar com o poder para o desenvolvimento do país. Fala também sobre estratégias a adoptar quando há resistências à participação cidadã na governação.
Sociedade Civil STP: Como é que vê a
relação entre as organizações da sociedade civil e o poder local em São Tomé e
Príncipe?
Liberato Moniz: Eu vejo essa
relação como imprescindível para que, efectivamente, as coisas possam ser
feitas em STP. A sociedade civil tem a obrigação de dar o seu apoio ao poder
local assim como de forma reciproca, o poder local tem o dever de conhecer e
saber quais são as necessidades desses locais para que, em conjunto, e com os
recursos disponíveis, dar vazão às ansiedades das pessoas e tornar cada vez
mais a sociedade melhor.
SCSTP: Em que medida a sociedade
civil pode ser considerada uma malha importante do xadrez para o
desenvolvimento de São Tomé e Príncipe?
LM: Primeiramente, deixe-me dizer
que a participação comunitária tem que ser dar e receber. É necessário que as pessoas
que têm as famílias que são apoiadas façam um pouco, para que as pessoas que
dão se sintam reconfortadas com esta inter-ajuda. Isto é imprescindível para
que as coisas possam ser feitas e também para dar alegria às pessoas. Eu acho que
não é bom as pessoas estarem sentadas à espera de receber. Há pessoas que não
podem mais e têm mesmo que receber, porque estão nos últimos momentos das suas
vidas e temos de proporcionar-lhes melhores momentos. Mas eu acho que os
familiares dessas pessoas devem tentar fazer o melhor para ajudar as
instituições que muitas vezes vêm de longe para dar um grande apoio em STP. Em
relação à essa organização, o poder local e a comunidade, a comunidade
primeiramente tem que se organizar para exigir ao poder local que faça aquilo
que ela precisa. E muitas vezes sentimos que nem o poder local faz o seu papel
porque estão lá pelo poder e não estão porque conhecem a localidade, sabem
quais são os problemas das pessoas e como tentar resolver esses problemas.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Edição de Outubro/Dezembro 2014 dos boletins NA IMPRENSA e SOCIEDADE CIVIL STP já se encontram disponíveis
Trata-se de uma compilação de notícias publicadas em jornais online nacionais e internacionais, relacionadas com políticas públicas e boa governação em São Tomé e Príncipe.
Nesta edição, destacam-se seis grandes temas: Cooperação Bilateral e Multilateral, Gestão de Recursos Naturais, Governação, Indicadores de Bem-Estar, Investimento Estrangeiro, Investimento Público e Sociedade Civil.
NA IMPRENSA é uma ferramenta de trabalho para profissionais de organizações da sociedade civil, investigadores, decisores políticos, entre outros actores de Desenvolvimento.
Já está disponível para consulta a edição de Outubro/Dezembro de 2014 do boletim informativo SOCIEDADE CIVIL STP, com um conjunto de notícias sobre as actividades do projecto, desenvolvidas nos últimos três meses.
Neste boletim, destacamos a entrevista ao Presidente da Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, Liberato Moniz, que explica como a sociedade civil se deve relacionar com o poder; e notícias que dão conta da realização de três seminários sobre o desenvolvimento local e participação das organizações da sociedade civil; sobre os mecanismos e instâncias de participação; e sobre o desenvolvimento local e participação comunitária. Esta edição do boletim integra ainda artigos sobre a formação realizada no Príncipe em monitoria de políticas públicas e a apresentação pública do filme O papel das organizações da sociedade civil no estado democrático, que teve lugar nos distritos de Lembá e Lobata.
Consulte aqui as edições anteriores de ambos os boletins, realizados no âmbito do projecto Sociedade Civil pelo Desenvolvimento – Comunicação, Capacitação, Advocacia.
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