A FONG-STP, em parceria com ACEP,
realizou uma acção de formação em "Media, Sociedade Civil e Políticas Públicas"
que capacitou 20 membros da Sociedade Civil em São Tomé e Príncipe. O ateliê de formação, que surge
com o projecto ‘’Sociedade Civil pelo Desenvolvimento – Comunicação,
Capacitação e Advocacia, decorreu nas instalações da FONG-STP entre 22 e 28 de
Janeiro. Esta acção que contou com a dinamização de Pedro Rosa Mendes,
insere-se no eixo Capacitação e visa fornecer ferramentas às ONG’s que permitam
influenciar as Políticas Públicas através dos media.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
FONG INFORMA
Sociedade Civil, Governação e Eficácia do Desenvolvimento é o tema do debate amanhã, 22/01/2014, na Rádio Nacional pelas 18h00, com o Prof. Lúcio Amado e Dra. Alda Bandeira.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Projecto lança novos instrumentos de comunicação

São lançados esta semana dois instrumentos de comunicação do projecto Sociedade Civil pelo Desenvolvimento - Comunicação, Capacitação, Advocacia, uma iniciativa da Federação das ONG's em São Tomé e Príncipe (FONG-STP) e a Associação para a Cooperação Entre os Povos (ACEP).
SOCIEDADE CIVIL STP, boletim disponível em formato digital e com distribuição também impressa, tem agora um formato renovado. A publicação, de tiragem trimestral, divulga notícias sobre as principais actividades do projecto. Neste boletim pode ainda encontrar entrevistas e textos de opinião sobre temas relacionados com políticas públicas e desenvolvimento no contexto de São Tomé e Príncipe.
NA IMPRENSA, um boletim exclusivamente digital, reúne recortes de imprensa sobre políticas públicas em São Tomé e Príncipe, identificando o que vai sendo publicado sobre temas como Transparência, Gestão dos Recursos Naturais, Governação, entre outras questões.
Para aceder aos boletins, vá em "Publicações" na barra lateral esquerda ou clique aqui.
Para futuramente receber estes boletins - por correio electrónico - envie um e-mail para comunicacao.fong.stp@hotmail.com
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Já se encontram online três programas FONG INFORMA
FONG INFORMA é um espaço radiofónico de debate promovido pelo projecto Sociedade Civil pelo Desenvolvimento. Este programa passa na Rádio Nacional às quartas-feiras pelas 18h00 na segunda semana do mês e tem reposição quinzenal. O programa FONG INFORMA fica depois disponível online, no blogue do projecto (no menu Programa de Rádio).
Com este programa de rádio, a FONG pretende criar um espaço de debate público e oportunidades de participação no diálogo político e social para a sociedade civil, contribuindo assim para uma boa governação, pautada por princípios de transparência e prestação de contas com o objectivo de melhorar os níveis de bem-estar da população.
O tema debatido na primeira e segunda edições foi "A transparência na utilização de receitas da indústria extractiva" com José Cardoso (Secretário Permanente da ITIE - Iniciativa para a Transparência da Indústria Extractiva) e Deodato Capela (Presidente do CIP - Centro de Integridade Pública).
A terceira edição teve como tema a Protecção Social em São Tomé e Príncipe e contou com a participação de Vilma Pinto (Directora da Protecção Social) e Balbina Trindade (Secretária Executiva da ONG ARCAR).
Para ouvir os programas, carregue aqui
Com este programa de rádio, a FONG pretende criar um espaço de debate público e oportunidades de participação no diálogo político e social para a sociedade civil, contribuindo assim para uma boa governação, pautada por princípios de transparência e prestação de contas com o objectivo de melhorar os níveis de bem-estar da população.
O tema debatido na primeira e segunda edições foi "A transparência na utilização de receitas da indústria extractiva" com José Cardoso (Secretário Permanente da ITIE - Iniciativa para a Transparência da Indústria Extractiva) e Deodato Capela (Presidente do CIP - Centro de Integridade Pública).
A terceira edição teve como tema a Protecção Social em São Tomé e Príncipe e contou com a participação de Vilma Pinto (Directora da Protecção Social) e Balbina Trindade (Secretária Executiva da ONG ARCAR).
Para ouvir os programas, carregue aqui
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Directora da Protecção Social, Vilma Pinto, fala do actual estado da protecção social e os caminhos a trilhar
Vilma Pinto, Directora da Protecção Social foi uma das convidadas do programa radiofónico FONG INFORMA. Por motivos de espaço, no último boletim informativo "Sociedade Civil STP", divulgamos apenas um excerto da entrevista. Aqui fica a entrevista na íntegra, para quem tiver interesse.
FONG INFORMA (FI): Qual é a real função da Protecção Social?
FONG INFORMA (FI): Qual é a real função da Protecção Social?
Vilma Pinto (VP): A real
função da Protecção Social é proteger de forma efectiva todos os santomenses
contra os efeitos negativos dos riscos e vulnerabilidades originários de
choques externos ou internos ou inerentes ao ciclo da vida, isto é, proteger
todo o cidadão santomense que estiver numa situação de vulnerabilidade social.
FI:
E actualmente a Protecção Social tem abrangido todas as pessoas que necessitam
desse serviço?
VP: neste momento, a
protecção social tem alguns programas direccionados a esta franja da população,
tem feito parcerias com ONG’s e Instituições que operam na área social.
Contudo, nós sabemos que ao nível da situação da pobreza não conseguimos
abranger todas as pessoas que necessitam desta protecção neste momento.
FI:
E qual é a situação da Região Autónoma do Príncipe?
VP: A Região Autónoma
do Príncipe faz parte da protecção social. a direcção está cá em S.Tomé, mas
todos os programas são direccionados igualmente para S.Tomé e para Príncipe.
FI:
Muito recentemente foi validada a proposta de política e estratégia nacional
para a protecção social. Em que medida essa proposta vem ajudar a dar um
empurro às actividades da sua instituição?
VP: Esta estratégia,
neste momento, é uma estratégia importantíssima, é um marco na história da
minha direcção, porque como eu anteriormente já disse, neste momento nós temos
vários programas que são programas pontuais. Esta estratégia vem unificar todos
esses programas e dar uma visão mais abrangente, mais significativa a toda a
situação da protecção social em S.Tomé e Príncipe. Pra dizer que um dos
principais objectivos desta estratégia é eliminar a extrema pobreza em S.Tomé e
Príncipe através de transferências monetárias condicionadas para as famílias na
extrema pobreza e de acções que facilitem a formação do seu capital humano e do
seu acesso aos serviços básicos, dando prioridade às famílias em extrema
pobreza com membros portadores de deficiências ou órfãos e famílias na extrema
pobreza monoparentais com filhos, através de um sistema harmonizado de
intervenções do regime da protecção social da cidadania. E um segundo objectivo
estratégico que é desenvolver e ampliar o sistema sustentável de protecção
social obrigatória e contributiva que cubra de uma forma eficaz os riscos da
invalidez, velhice e morte para todas as famílias que participem no sistema.
FI:
A lei 7/2004, lei da protecção social, existe desde 2004 mas até agora não foi
implementada. Esta Proposta de Política e Estratégia para a Protecção Social
vai activar a referida lei?
VP: Sim, sim, acredito
que sim. Esta lei, a lei 7/2004, a lei do enquadramento da protecção social,
reorganizou o sistema de administração da protecção social no país, a lei
definiu um modelo de protecção social baseada em três níveis: a protecção
social da cidadania, a protecção social obrigatória e a protecção social
complementar. O primeiro é um regime não contributivo, o segundo é um regime
obrigatório e o terceiro é um regime equitativo e facultativo e que procura
complementar o segundo regime. A lei 7/2004 também reforçou o papel das ONG’s e
outros actores sociais como participantes activos no sistema. É verdade que
esta lei não está regulamentada. A mesma criou um conselho nacional de
protecção social, daí a grande importância desta lei para a Estratégia, que deve
integrar representantes das partes interessadas e deve funcionar junto do
Primeiro-ministro. O conselho ainda não está a funcionar, na administração do regime
de protecção social de cidadania participam o ministério da tutela, que é meu
ministério, o ministério da saúde e assuntos sociais, bem como outros
ministérios (educação, plano e finanças, agricultura, entre outros), as
autarquias locais, as ONG’s dedicadas ao serviço social. E o regime de
protecção social obrigatório é administrado pelo Instituto da Segurança Social
que conta com autonomia administrativa, financeira e patrimonial.
FI:
O que está a ser feito actualmente em S.Tomé e Príncipe para combater a
exclusão, a vulnerabilidade e a pobreza extrema?
VP: Neste momento, a
direcção leva a cabo várias acções, várias actividades. Uma delas, posso citar,
o programa ‘’mães carenciadas’’ que é um programa que tem como principal
objectivo apoiar as mães chefes de famílias que estão em situação de pobreza e
vulnerabilidade social e que tenham ao seu cargo crianças na idade escolar.
Então, este programa beneficia estas famílias com um valor monetário com a
condição de que estas crianças sejam matriculadas na escola e que façam, pelo
menos, o ensino básico obrigatório.
FI:
Há algum acompanhamento da acção social para que de facto constatar se eles têm
feito isso?
VP: Sim. Os técnicos
sociais, ao nível de todos os distritos com a cooperação com as Câmaras, têm
feito este trabalho, embora com alguma dificuldade porque ao nível dos recursos
humanos somos poucos ao nível nacional. Vou citar também um outro programa que
é o programa ‘’prato quente’’. Como nós sabemos temos muitos idosos em situação
de exclusão, estão completamente marginalizados, abandonados pelos seus
próprios familiares e muitos deles chegam a passar dias sem fazer uma refeição
quente. Esta é uma preocupação para a direcção, para o ministério, então, neste
sentido, estamos a implementar o programa ‘’prato quente’’ em parceria com
várias instituições que operam na área social, como a Santa Casa, Cruz
Vermelha, o Projecto de Desenvolvimento Integrado de Lembá. Temos parceria
também com uma associação dos padres claretianos, na Região Autónoma do
Príncipe, como questionou anteriormente sobre a Região, com a associação Djunta
mó, que juntos, mediante uma transferência do ministério, essas instituições
que já davam um prato quente a um certo número de idosos, nós contribuímos para
que elas pudessem dobrar a sua intervenção a maior número de idosos.
FI:
O programa prato quente chega a todos os distritos do país?
VP: Sim. Temos em todos
os distritos. Neste momento ainda não está a ser implementado no distrito de
Caué porque ainda falta uma certa organização, ainda não temos um espaço e uma
entidade que responsabilize lá levar a cabo esta actividade.
FI:
Como é que vê a cooperação entre o seu sector e as ONG’s?
VP: É uma colaboração
extremamente importante para a minha direcção, para o ministério, porque, como
sabemos, ao nível nacional, temos um grande número de pessoas na situação de
pobreza e extrema pobreza. Nós não temos meios suficientes, porque sabe, isto depende
do esforço do Estado, do OGE que por sua vez, dependemos de apoios externos,
então essas associações são chamadas de associações parceiras do ministério
para o desenvolvimento. É de extrema importância a colaboração e a parceria
destas organizações, porque através delas nós conseguimos responder a maior
número de necessidades a nível nacional.
FI:
Como é que a protecção social tem chegado ao meio rural?
VP:
Administrativamente, nós estamos divididos por distritos. Temos o distrito de
Água Grande e os distritos todos, incluindo a Região Autónoma do Príncipe, na
qual temos uma coordenador e os técnicos colaboradores adstritos nestes
distritos em parceria com as Câmaras locais. É desta maneira que todo o
benefício chega tanto às áreas urbanas como às áreas rurais.
FI:
O quê que a sua direcção prevê para o próximo ano?
VP: Para o próximo ano,
como já frisei, a estratégia que nós perspectivámos é a orçamentação de
recursos financeiros para essa mesma estratégia e passarmos à fase de
implementação desta estratégia. Esta estratégia é uma estratégia com um espaço
temporal de 10 anos, 2013-2023, como objectivo de reduzir primeiramente todas
as famílias que estejam em situação de extrema pobreza. Estamos a falar de um
grande número de pessoas, cerca de 20.555 pessoas.
FI:
Estar na situação da extrema pobreza significa o quê?
VP: Significa que estás
famílias contam com muito pouco para a sua sobrevivência, menos de cerca de 50
cêntimos de euro diariamente por cada membro. Por isso, são pessoas que estão
mesmo numa situação de grande risco e de vulnerabilidade social.
FI:
Vê-se nas ruas de S.Tomé idosos que não têm pra onde ir. O quê que a protecção
social está a fazer com essas pessoas que são rejeitadas pelos familiares?
VP: Em muitos casos nós
temos vindo a constatar é que a própria família, mesmo com alguma
possibilidade, tendo casa, vem marginalizando as pessoas idosas. Isto realmente
é uma situação muito triste porque é um idoso que já contribuiu tanto para o
seu país, contribuiu para a sua família, e acabar assim numa situação de
exclusão e abandono. Por isso, esta estratégia vem também contemplar a
população idosa. O nosso principal objectivo não é institucionalizar as
pessoas. Porque os idosos quererão viver inseridos na família, com filhos, ter
essa relação com os netos, com os bisnetos. Isto é ideal para a pessoa idosa,
não estarem confinados a uma instituição de caracter social. Por isso, tudo o
que nós pudermos fazer para manter os idosos na sua família assim o faremos,
dependendo dos contornos que a estratégia ira tomar. Nós vamos fazer, através
da transferência social, pode ser que um dos programas seja transferir um valor
às famílias para que elas mantenham os idosos nas suas casas, no seio familiar.
FI:
Quais são os constrangimentos que a sua instituição tem encontrado?
VP: Neste momento, os
constrangimentos são a nível de recursos financeiros e também a nível técnico.
Contamos com o OGE e nem sempre este valor chega a tempo e hora para
colmatarmos as inúmeras situações que se nos apresentam ao longo do tempo.
Efectivamente eu acredito
que esta estratégia vem ajudar a direcção da protecção social e solidariedade e
o ministério para que este conjunto de políticas e programas públicos e
privados venham ajudar a prevenir, reduzir e eliminar as vulnerabilidades
económicas e sociais em São Tomé e Príncipe.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Protecção Social em São Tomé e Príncipe em debate hoje no FONG INFORMA
FONG INFORMA é um espaço mensal de debate radiofónico. Ouça a emissão de hoje na Rádio Nacional às 18h00. Estará em debate a Protecção Social em São Tomé e Príncipe.
Participaram neste debate a Dra. Vilma Pinto, Directora da Protecção Social e Solidariedade, e D. Balbina Trindade, Secretária Executiva da ARCAR - Associação para a Reinserção das Crianças Abandonadas e em Situação de Risco.
Em breve, o programa ficará também disponível no blogue Sociedade Civil pelo Desenvolvimento muito em breve.
Participaram neste debate a Dra. Vilma Pinto, Directora da Protecção Social e Solidariedade, e D. Balbina Trindade, Secretária Executiva da ARCAR - Associação para a Reinserção das Crianças Abandonadas e em Situação de Risco.
Em breve, o programa ficará também disponível no blogue Sociedade Civil pelo Desenvolvimento muito em breve.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Rádio Comunitária vai ser instalada em Porto Alegre
Porto Alegre terá em breve uma rádio comunitária, com cobertura em três das comunidades mais a sul do país - Malanza, Porto Alegre e Porto Baleia. O projecto está ainda na fase inicial, com as obras de reabilitação do espaço onde será instalada ainda decorrer.
Em simultâneo, foi encetado um inquérito junto da população para apurar as notivações e as aspirações locais relativamente à Rádio. Nesta altura, está a ser discutido entre a FONG-STP e o Grupo Comunitário (associações de base local, ONG Leigos para o Desenvolvimento, ONG MARAPA) o modelo de gestão da emissora que após o término do projecto, passará a ser gerida pela comunidade local.
A FONG-STP prevê que a Rádio entre em funcionamento no primeiro trimestre de 2014.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Rede da Sociedade Civil para a Boa Governação e Transparência em fase de constituição
A FONG irá dinamizar esta rede através de encontros de trabalho periódicos e da partilha de informação regular e documentação relevante sobre boas práticas, monitoria e advocacia. Esta rede temática constitui um eixo inovador do projecto, visto o trabalho em rede não ser uma prática corrente entre as organizações santomenses.
Outro aspecto inovador para o contexto santomense será a sua articulação com redes temáticas internacionais decorrente dos intercâmbios. A criação de uma rede temática de ONG e OSC sobre boa governação é uma estrutura que irá contribuir para a manutenção de actividades de advocacia e monitoria após o termo do projecto.
Outro aspecto inovador para o contexto santomense será a sua articulação com redes temáticas internacionais decorrente dos intercâmbios. A criação de uma rede temática de ONG e OSC sobre boa governação é uma estrutura que irá contribuir para a manutenção de actividades de advocacia e monitoria após o termo do projecto.
Nesta segunda reunião da rede temática que foi marcada por uma missão da ACEP, ONG portuguesa parceira da FONG neste projecto, foi criada uma comissão que trabalhará sobre os conteúdos das temáticas, e assim avançar com outras acções.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
FONG-STP realizou uma acção de formação
em ferramentas de comunicação
Esta semana realizou-se uma formação em Comunicação para ONG's em São Tomé e Príncipe, ao longo de três dias.
O ateliê de formação que aconteceu nas instalações da FONG-STP, capacitou 10 líderes associativos e decorreu de 19 a 21 de Novembro de 2013.
O ateliê de formação que aconteceu nas instalações da FONG-STP, capacitou 10 líderes associativos e decorreu de 19 a 21 de Novembro de 2013.
Esta acção inseriu-se no eixo Capacitação e visa apoiar as ONG’s locais a criar e manter uma presença na Internet, ferramenta incontornável hoje em dia para divulgar o trabalho desenvolvido pelas organizações e mobilizar apoios.
Reconhecendo a actual importância da Internet num mundo todo ele conectado, pretendeu-se reforçar as capacidades de comunicação institucional das ONG’s santomenses, através de ferramentas como os blogues e as redes sociais.
Ouça a opinião de Charles Ramos, da Cruz Vermelha / STP, sobre a importância desta formação no contexto santomense:
Reconhecendo a actual importância da Internet num mundo todo ele conectado, pretendeu-se reforçar as capacidades de comunicação institucional das ONG’s santomenses, através de ferramentas como os blogues e as redes sociais.
Ouça a opinião de Charles Ramos, da Cruz Vermelha / STP, sobre a importância desta formação no contexto santomense:
terça-feira, 12 de novembro de 2013
FONG-STP realiza ateliê sobre Políticas Públicas
A Federação das Organizações Não-Governamentais em São Tomé e Príncipe organizou um ateliê sobre o Papel das Organizações da Sociedade Civil e as Políticas Públicas, entre 28 de Outubro e 9 de Novembro, nas instalações da sede da FONG-STP, sob orientação do Doutor Aires Bruzaca.
O ateliê que capacitou 18 ONG’s em matéria de monitoria de políticas públicas teve como objectivo contribuir para melhorar a capacidade de intervenção das Organizações da Sociedade Civil (OSC) no diálogo político e social, assim como na monitorização das políticas públicas, através da materialização de um conjunto de actividades que tiveram como propósito conduzir ao entendimento de como se faz a monitorização de políticas públicas.
Em termos específicos, pretendeu-se: Reforçar as capacidades de monitoria de políticas públicas e advocacia da FONG e suas associadas; Criar espaços de debate e mecanismos de informação de qualidade e de sensibilização sobre transparência e boa governação e oportunidades de participação no diálogo político e social, para as organizações da sociedade civil e cidadãos em geral; e Contribuir para uma maior prestação de contas por parte das entidades governamentais sobre a gestão dos recursos públicos, e nomeadamente dos recursos provenientes das indústrias extractivas.
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